IA que escreve monólogos originais formatados para o audiovisual. Criada pela equipe do Instituto Thaís Mansano. Você responde uma pergunta e recebe o texto.
Quero o Mestre dos MonólogosR$47, pagamento único. Acesso vitalício. Sete dias de garantia.
Você decidiu que ia gravar material novo.
Sentou pra escolher o texto. Abriu o Google, achou os mesmos monólogos de sempre. Leu três, nenhum era a sua cara. Foi no YouTube ver outra atriz fazendo um deles pra decidir, e quando você olhou já tinham passado duas horas.
Fechou o computador sem escolher nada.
Isso foi em março. Você tentou de novo em maio.
O que trava não é a gravação. Você nunca chega na gravação, porque não tem um texto que sirva pra você.
Tem monólogo demais na internet. Esse nunca foi o problema.
Os que aparecem na primeira página são os que todo mundo já gravou. Boa parte saiu de filme conhecido, e aí você entra numa comparação com uma atriz que fez aquilo com direção, ensaio e semanas de preparação.
Texto que anuncia o sentimento da personagem em vez de deixar você atuar. Frase bonita, emoção declarada, e nada acontecendo entre duas pessoas. Você lê e não encontra onde pegar.
Monólogo famoso ficou famoso porque serviu pra outra pessoa, em outra montagem, com outra idade e outro corpo. Você decora, grava, e o texto puxa pra um lugar que não é o seu.
"(pausa)". "(chorando)". "(com raiva)". Alguém que nunca te viu atuar decidindo como você vai fazer. E você obedece sem perceber.
Achar monólogo é fácil. Achar um que sirva pro seu perfil é o que faz você fechar o computador sem escolher nada.
Você pode. Talvez já tenha tentado.
E provavelmente voltou uma contação de história. A personagem narrando o que aconteceu, sozinha, sem ninguém do outro lado. É o que uma IA não treinada faz quando você pede um monólogo: ela escreve o mais provável. Relato, rubrica no meio da fala, uma frase de efeito no fecho, e um ritmo que quem lê muito texto reconhece na hora.
Dá pra corrigir tudo isso pedindo. Só que você precisaria saber exatamente o que pedir, e pedir de novo a cada monólogo.
No Mestre dos Monólogos essas regras já estão escritas por dentro. Elas valem antes de você digitar a primeira palavra.
Nos últimos anos eu vi muito ator e atriz adiando a gravação de material pra ir atrás de teste por falta de texto. Ou gravando textos que mais atrapalhavam do que ajudavam.
O Mestre dos Monólogos é uma IA que escreve esse texto. Nós escrevemos as regras que ela segue.
Nunca à plateia, nunca à câmera. Sempre alguém ali, naquele momento, mesmo que não responda.
Você recebe texto. A interpretação é sua.
O padrão é um minuto e meio. Se você quiser outro tamanho, é só pedir.
O que a personagem quer dizer de verdade raramente é o que ela diz. O texto sustenta isso sem entregar de bandeja.
Essa última pede uma explicação. Existe um levantamento público com 29 padrões que aparecem em texto gerado por IA: vocabulário repetido, ritmo mecânico, frase de efeito no fechamento, lista de três coisas onde bastava uma. O Mestre dos Monólogos é treinado para fugir desses padrões. É por isso que o texto dele não tem aquele cheiro de IA.
Foi isso que digitaram:
E foi isso que voltou. De primeira, sem nenhum ajuste.
Eu não quero que você goste. Eu quero que você tenha visto.
BIA
Pai, senta. Não vou demorar, você já tá com a chave na mão.
Eu tenho seis minutos naquela peça. Duas horas e dez de peça, eu tenho seis. Do minuto quarenta e dois até o quarenta e oito.
Você chegou, isso eu vi. Vi da coxia você entrando com a Márcia e sentando na fila F.
Do palco a gente enxerga tudo. Todo mundo acha que não enxerga por causa da luz, mas a luz vai pra frente e volta. Eu via sua camisa. Via a mão da Márcia no seu braço.
E vi a tela do seu celular. No escuro ela fica azul.
Minuto quarenta e três.
Não tô brigando. Sério, isso aqui não é briga. Você veio. Atravessou a cidade numa quinta-feira, pagou estacionamento. O ingresso era de graça, é universidade pública, então foi só o estacionamento mesmo, mas eu sei que você veio.
Só que eu ensaiei cinco meses. E na única parte que eu queria que você visse, você tava vendo o grupo do trabalho.
No fim você me abraçou e falou "parabéns, filha, muito bonito".
Muito bonito.
Pai, olha pra mim. Eu não quero que você goste. Eu quero que você tenha visto.
Tem sessão sábado. Nove da noite. Mesma peça, mesmos seis minutos.
Se você não puder vir, não vem. Falo sério. Mas não vem pela metade de novo, que metade eu não sei o que fazer com.
A fila F é boa. Continua sendo boa.
Repara em duas coisas.
A Bia fala de uma peça, mas ela não está contando nada pra ninguém de fora. Ela está falando com o pai, ali, com ele de chave na mão querendo ir embora. O pai não diz uma palavra e você sente ele na cena inteira.
E repara no detalhe. Fila F. Minuto quarenta e três. A tela azul no escuro. O estacionamento pago numa quinta-feira. É o detalhe que te dá o que atuar.
Se você já tem personagem em mente, ou se prefere que ele crie a partir do seu perfil.
Idade, perfil, o que estiver na sua cabeça. Ou quase nada, e ele decide o resto.
Mais curto, mais tenso, com humor, outro interlocutor. Você pede e ele reescreve.
Junto com a compra você recebe uma aula curta com o caminho de acesso e o jeito de conversar com ele pra tirar o melhor texto. Se você nunca usou IA na vida, essa aula resolve.
Tem muito material por aí bem atuado e mal escolhido. Texto que empurra a atriz pra um lugar que não é o dela, e aí nem a atuação salva.
Você não precisa chegar com ideia nenhuma. Descreve como você é e o Mestre dos Monólogos faz o resto: conflito, interlocutor, contexto, universo da cena.
Foi assim que saiu esse aqui. O pedido inteiro foi:
LUCAS
Você tá me olhando como se eu fosse pedir desculpa. Não vou.
Eu sei que você esperava que eu chegasse aqui e falasse que foi minha culpa, que eu devia ter ligado, que eu devia ter aparecido, que eu devia ter feito tudo diferente. Mas eu fiz o que eu pude fazer com o que eu tinha, e o que eu tinha era pouco, você sabe disso. Você sempre soube.
[...]
E olha, eu não vim aqui pra ganhar discussão. Eu vim porque você é meu irmão. E porque tem uma diferença entre desistir de uma briga e desistir de uma pessoa.
Esse bloco vem sempre que ele cria a partir do seu perfil. Você vê o raciocínio e pede ajuste com precisão, em vez de pedir outro do zero e torcer.
Sem valor riscado e sem soma inventada. R$47 pelo conjunto.
Pagamento único. Acesso vitalício, sem cobrança por monólogo.
Um dramaturgo escreve um texto sob medida por bem mais que isso. E escreve apenas um.
Quero o Mestre dos MonólogosAcesso imediato após a confirmação do pagamento. Sete dias de garantia.
Você compra, entra, cria os monólogos que quiser. Se não servir pra você, pede o dinheiro de volta dentro de sete dias e pronto.
Sem precisar me explicar nada.
Você grava material de vídeo e trava na hora de escolher o texto.
O que está no seu elenco digital hoje tem mais de seis meses.
Você quer material novo e não quer gravar o mesmo monólogo que meio mercado está gravando.
Você procura texto pra montagem de teatro. Dá pra usar, mas não foi feito pra isso.
Você espera que o texto resolva a atuação. Ele não resolve. O Mestre dos Monólogos escreve. Quem atua é você.
Prefiro que você não compre a comprar esperando a segunda coisa.
Não. Ele faz uma pergunta, você responde em duas linhas, o texto vem. E a aula incluída mostra o caminho todo.
Quantos você precisar. Não há cobrança por monólogo.
Sim. O agente roda dentro da plataforma da Hotmart e segue as regras de uso dela.
Foi escrito pensando em audiovisual e material de vídeo. Você pode usar em outros contextos, mas o formato é esse.
Não. Cada texto nasce na conversa, a partir do que você deu.
Serve, com a ressalva de sempre: ele escreve o texto, a atuação é sua.
Pela plataforma da Hotmart. O acesso libera assim que o pagamento é confirmado. Você recebe também o link da aula que mostra o caminho.
Sete dias de garantia, sem justificativa.
Da próxima vez que você sentar pra escolher um texto, não vai levar duas horas.
Você digita duas linhas e recebe um monólogo escrito pro seu perfil, no tamanho certo pra câmera. Aí é estudar a cena, preparar, e gravar.
Quero o Mestre dos MonólogosR$47, pagamento único. Acesso vitalício. Sete dias de garantia.
Thaís Mansano